AOSTA
Esta é a capital da
região autônoma chamada Vale d’ Aosta.
Localiza-se a 583 metros de altitude no interior do vale à
esquerda de Dora Baltea, na confluência do torrente
Buthier. Assim, a cidade de Aosta forma com
as cidades de Charvensod, Gressan, Sanit- Christophe e Sarre,
uma área urbana ininterrupta onde se localiza a maior
densidade demográfica de toda a região.
Aosta foi uma colônia de pretorianos (Augusta Praetoria)
fundada por Terenzio Murena em 25 a. C. , nos redores de onde
surgia a capital dos Salassi ( que tinham sido derrotados
e deportados em grande número por Augusto), foi lentamente
ocupada pelos Burgundi, pelos Ostrogodos, pelos Bizantinos,
pelos Longobardos, e, finalmente em 774 pelos Francos. Então,
em 904 foi passada aos reis de Borgonha, e, como feudo, deram
aos bispos locais o títolo de conde: em 1025, por fim,
passou a Umberto Biancamano, o primeiro descendente dos Savoia.
De condado foi elevada a ducado (1302), Aosta assim, permaneceu
sempre ligada aos Savoia, à exceção de
breves períodos de dominação francêsa.
Testemunham a sua origem romana os célebres Arco di
Augusto, a Porta Pretoria com data do I século a.C.
, as imponentes ruínas do teatro a as muralhas augustas.
Um pequeno museu arqueológico guarda os antigos encontrados
romanos.
Os mais importantes complexos medievais da cidade, que são
fundamentais pela escultura românica, são a Collegiata
di Sant'Orso, com sua crípta do século XII,
com o campanário de 1200 (a nave da igreja é
gótica, assim como o coro com os estalos ilustrados
com figuras de histórias), o interessante claustro
(XII- XIV) e o priorado – Priorato di Sant’Orso
– XV- XVII.
Na Collegiata e no Duomo ( XI- XII, tendo sido sucessivamente
retocado) estão conservados os preciosos tesouros com
antigas oreficerias e ricas decorações.
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